quinta-feira, 6 de maio de 2010

Vital filho articula com Associação Brasileira de Aviação Regional voos regulares para operação no Aeroporto de Cajazeiras

O deputado federal e pré-candidato a Senador Vital do Rego Filho (PMDB-PB) seu reuniu em seu gabinete, em Brasília, com o presidente da Associação Brasileira de Transporte Aéreo Regional - ABETAR, Apostole Lazaro Chryssafidis (Dr.Lack). O objetivo foi discutir os detalhes da implantação de uma ligação aérea regular regional com partidas e chegadas no Aeroporto Municipal de Cajazeiras.

Na reunião, o presidente Apostole confirmou que a associação já está providenciando esta ligação junto a duas companhias aéreas regionais. De acordo com Vital Filho, que é presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aéreo Regional - FPDTAR, na Câmara dos Deputados, a atuação da Frente, junto com a ABETAR, ajudará na liberação de vôos para o aeroporto “no mais breve espaço de tempo possível”.

Obra do Aeroporto - Na reunião, Vital filho expôs sobre a concepção da obra do governador José Maranhão para o Aeroporto de Cajazeiras, que recebeu investimentos importantes do estado para os trabalhos de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização e recuperação do setor de recepção e hangar e pintura.

“Essas obras estão a todo o vapor, para possibilitar a esse aeroporto novas condições de operação comercial. Ressaltei ao presidente da Abetar o empenho do governador para que, no mês de junho, o aeroporto possa ser reinaugurado e, com nossos esforços em Brasília, garantir a sua inauguração já com vôos regulares”, revela o parlamentar.

Dr.Lack parabenizou Vital Filho pelos esforços e serviços prestados em prol da infraestrutura do aeroporto de Cazajeiras, destacando “as ações que têm realizado em prol desse aeroporto junto ao Ministério da Defesa, Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, e Infraero”. Ele também disse ser uma honra ter Vital Filho como Presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aéreo Regional.

Ações da Frente - Como presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aéreo Regional, visando o desenvolvimento do aeroporto, o deputado Vital Filho solicitou ao prefeito de Cajazeiras, Léo Abreu, um estudo analítico sobre o aeroporto e a atual conjuntura das linhas aéreas e das companhias que atendem o município.

Vitalzinho quer levar esse estudo ao presidente da ABETAR para que verificar, com as companhias associadas, a possibilidade de novos vôos regionais, tornando o aeroporto de Cajazeiras um ponto de encontro entre os municípios da Paraíba, e entre o interior e o litoral. Ele solicitou ainda informações técnicas referentes ao aeroporto e seu funcionamento, bem como o planejamento de funcionamento após a sua reinauguração.

Vital Filho visitará o aeroporto de Cajazeiras nesta sexta-feira (07), em companhia do Governador José Maranhão, para fiscalizar o andamento das obras. Eles serão recebidos pelo prefeito Léo Abreu e lideranças políticas do Sertão paraibano. Para garantir a obra, o governador Maranhão encaminhou para Assembléia Legislativa a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO), colocando como uma das prioridades a construção do Aeroporto Regional do Extremo Oeste da Paraíba, consolidando Cajazeiras como sede.


Assessoria

Evento de lançamento da pré-candidatura de Dr. Américo Cabral é adiado em função de um acidente sofrido pelo médico

Em decorrência de um acidente ocorrido na manhã desta quinta-feira (06) com o pré-candidato a deputado estadual pelo PSB e médico, Dr. Américo Cabral, a feijoada que seria oferecida por um grupo da Juventude do PSB, neste sábado (08), em apoio a sua pré-candidatura foi adiada temporariamente. O evento que aconteceria a partir das 12h00, na sede da Associação dos Inativos e Pensionistas da Paraíba (ASIP), terá nova data agendada assim que o pré-candidato se recuperar das fraturas que sofreu no braço direito. O acidente aconteceu por volta das 5h00 da manhã quando o pré-candidato voltava de viagem. O motorista que conduzia seu carro perdeu o controle do veículo que saiu da pista e colidiu com uma barreira na BR 230.

Dr. Américo foi submetido a uma cirurgia para colocação de uma placa para alinhar o osso úmero que sofreu fratura devido ao trauma do acidente. A operação teve duração de 1h00 e foi realizada pelo Dr. Erivaldo, no Hospital de Fraturas, localizado no bairro da Torre. Seu estado de saúde é considerado muito bom e ele se encontra internado até amanhã pela manhã quando, provavelmente receberá alta. “Foi um grande susto, mas que graças a Deus estou vivo para contar a história”, afirmou o médico.

Segundo Natan Batista, do Grupo de Coordenação Jovem da pré-candidatura de Dr. Américo, o acidente deixou todos preocupados, mas não apagou a empolgação da militância que quer ver algo novo na política paraibana. “Graças a Deus Dr. Américo passa bem e irá se recuperar em breve. Vamos cuidar de alguns detalhes da festa com ainda mais carinho para recebê-lo em breve e bem recuperado”, afirma Natan. A expectativa do evento ainda sem data marcada é de atrair jovens e militantes dos municípios que compõe a Grande João Pessoa, de Campina Grande, Rio Tinto e de Uiraúna.


News - Assessoria & Comunicação


Jeová prestigia e apoia São João fora de época de São José de Piranhas

Micareta em São José de Piranhas

O deputado estadual Jeová Campos (PT), um dos maiores entusiastas do tradicional carnaval fora de época da cidade de São José de Piranhas, a Micaranha, vai prestigiar a abertura da tradicional festa da cidade, que arrasta centenas de foliões todos os anos,nesta sexta-feira (07) à noite. Para Jeová, que contribuiu para realização do evento este ano, a festa é um momento de grande alegria para o município que na ocasião, recebe turistas de várias regiões do estado. “A festa é uma grande alegria para a população de São José de Piranhas. Este ano fiz questão de contribuir para sua realização porque além de ser um evento já tradicional da cidade, a ocasião traz à cidade diversos turistas que vêm ao sertão só para brincar o carnaval fora de época”, disse Jeová. A Micareta de São José de Piranhas contará com a participação das bandas Nairê, Piscirico e Jota do Samba.


News Comunicação

Governador José Maranhão visita futuras instalações do Centro de Hemodiálise do HRC

Tendo passado recentemente por um processo de recuperação para que pudesse atender ainda melhor a população do município e da região, o Hospital Regional de Cajazeiras (HRC), dirigido pelo Dr. Antônio Fernandes Filho, recebe nesta sexta-feira (07) a visita do governador José Maranhão e de assessores. O objetivo é conferir as futuras instalações do primeiro Centro de Hemodiálise da unidade de saúde, que construiu um prédio anexo às instalações do hospital para o funcionamento, exclusivo, do serviço inédito, até então, no município. A expectativa é de que por volta das 15h00 o governador, que está investindo maciçamente na recuperação, ampliação e modernização dos hospitais regionais, já esteja em solo sertanejo. Além do governador, o secretário de saúde, José Maria França, e outras lideranças locais também devem comparecer ao HRC.

Para o diretor geral do Hospital Regional, a visita do governador ao HRC significa o prenúncio da inauguração do centro e oferta do novo serviço, bastante solicitado pela população de Cajazeiras e de mais 17 cidades que procuram atendimento médico na unidade de saúde. "A visita do governador é de extremo valor para a população cajazeirense porque ela anuncia a oferta do serviço e inauguração do centro, que está próxima, visto que já está quase tudo pronto e estamos à espera apenas do laudo da ANVISA quanto ao controle de qualidade da água que será utilizada nas máquinas de hemodiálise para o funcionamento efetivo do centro”, disse o Dr. Antônio Fernandes Filho.

Ainda segundo o diretor geral do HRC, a oferta do serviço em Cajazeiras será de fundamental importância para a população sertaneja que precisa se deslocar, atualmente, até Sousa para ter acesso ao serviço de hemodiálise. “Esse será o primeiro Centro de Hemodiálise de Cajazeiras. É importante porque o hospital regional atende não apenas a população do município, mas pessoas de 17 municípios da Paraíba e mais a população de alguns municípios do Ceará e do Rio Grande do Norte que têm que se deslocar até o município de Sousa para fazer suas sessões. Essa triste realidade será agora modificada graças ao investimento do governo José Maranhão e a nossa vontade de desenvolver essa unidade”, destacou o diretor, lembrando que para viabilizar esse serviço foram investidos R$ 220 mil na estrutura física além da instalação de doze máquinas de hemodiálise.

Melhorias

Para Dr. Antônio Fernandes Filho, o apoio do governo do estado tem sido primordial para a implantação e execução de ações que melhoram o atendimento à população. “Quando assumimos a direção do HRC detectamos a necessidade de diversas melhorias para que a unidade pudesse atender à demanda de saúde da população. O hospital estava obsoleto sob vários aspectos, por isso, acionamos o Departamento de Engenharia para que fizesse o projeto do centro de hemodiálise para o Hospital, aprovado posteriormente pela Secretaria de Saúde, que vem nos apoiando nas melhorias implantadas", concluiu Dr. Antônio.


Mais serviços para o HRC

Visando a modernização e a melhoria do atendimento da população que procura o Hospital Regional de Cajazeiras (HRC), o diretor geral da unidade de saúde, Dr. Antônio Fernandes Filho esteve reunido, essa semana, com o Secretário de Saúde, José Maria França e o médico radiologista, Dr. Marcílio Cartaxo. Na pauta, a implantação de um tomógrafo e um mamógrafo no Centro de Imagens do Hospital e o melhoramento do serviço de Raio-X oferecido em Cajazeiras. Segundo Dr. Antônio, o intuito é realizar a inauguração desses novos procedimentos o mais breve possível. “Nesta sexta-feira (07), inclusive, receberemos o Dr. Marcílio Cartaxo que fará uma visita ao HRC para verificar suas instalações e os procedimentos realizados na unidade”, disse Dr. Antônio.


News - Assessoria & Comunicação

MPF quer fim de loteamento clandestino em terras quilombolas

Ação visa resguardar inviolabilidade ambiental e integridade cultural de área reivindicada pela comunidade quilombola de Paratibe, na Capital

O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF) ajuizou ação civil pública com pedido de liminar contra Carlos Alberto Marques, Sandra Maria Diniz e Elmer Amorim Pessoa, por desmatamento ilegal para fins de loteamento clandestino. O dano ocorreu na região onde está localizada a comunidade quilombola de Paratibe, no bairro Valentina Figueiredo, em João Pessoa.

Representantes da comunidade quilombola relataram ao MPF que a integridade da área a ser demarcada como território quilombola encontra-se ameaçada por loteamentos irregulares, destinados à construção particular de conjuntos residenciais e moradias populares. Conforme a denúncia, diversos loteamentos já teriam se implantado no local e novos estariam em projeto.

Dentre os loteamentos já implantados, apontou-se o que está situado defronte à Igreja de Paratibe, local das celebrações religiosas da comunidade, que já teria sido objeto de extenso desmatamento e terraplenagem, eliminando mata nativa até então existente no local.

A partir dessa informação, o MPF investigou a regularidade ambiental do loteamento e descobriu a clandestinidade do empreendimento, o qual começou a ser implantado sem qualquer espécie de autorização urbanística, projeto ou licença ambiental. Em diligência de fiscalização das obras, realizada no local por fiscais da Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa, constatou-se a ausência de licença prévia, supressão de árvores nativas, ausência de planta do empreendimento aprovada, atividade de carvoaria, dentre outras irregularidades.

Segundo o procurador Regional dos Direitos do Cidadão Duciran Van Marsen Farena, os réus, sem qualquer licença ambiental, devastaram área que continha resquícios de Mata Atlântica (ecossistema protegido pela Constituição Federal) eliminando, inclusive, exemplares em risco de extinção na Paraíba, tal como a mangaba.

Liminar – O Ministério Público pediu que a Justiça determine, através de liminar, a paralisação das obras e proíba qualquer alteração física na área, sob pena de multa. Pediu-se também que os réus sejam proibidos de realizar vendas, promessas de venda, reservas, hipotecas, ou qualquer tipo de negócio jurídico que vise a comercialização da terra em questão.

Ainda em caráter liminar, o MPF quer que os réus apresentem Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) à Superintendência de Desenvolvimento do Meio Ambiente (Sudema) e à prefeitura de João Pessoa, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil corrigidos monetariamente.

Segundo o MPF, a medida é para evitar o risco de que as obras continuem, visto que os empreendedores já demonstraram, repetidas vezes, disposição de prosseguir com seu empreendimento sem consideração com qualquer cuidado ambiental.

“Evidentemente que a instalação de um loteamento popular clandestino no local irá não só descaracterizar o ambiente cultural da comunidade, mas também opor empecilhos de difícil superação para o processo de titulação das terras quilombolas, pois implicará na remoção de toda a população alojada no loteamento e alocação dos moradores em outra área”, argumentou o procurador Duciran Farena.

Mais pedidos – O Ministério Público ainda quer que os réus sejam condenados a recuperar integralmente a área e pagar indenização, no valor de R$ 200 mil, corrigida monetariamente, pelos danos ambientais irreversíveis causados pela destruição não autorizada da mata nativa existente no terreno.

Também deverão apresentar ao município de João Pessoa Estudo de Impacto de Vizinhança como condição para execução de empreendimento na área.

ACP nº: 0003147-47.2010.4.05.8200



Assessoria de Comunicação


Justiça recebe outra ação de improbidade contra envolvidos em fraudes em Catingueira (PB)

Esquema contava com participação de prefeito, servidores públicos, advogado, comerciante e empresa privada. Recursos foram repassados pelo Ministério da Educação.

A Justiça recebeu mais uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal em Sousa (MPF) contra o prefeito de Catingueira (PB) José Edvan Félix, outras seis pessoas e uma empresa privada. Todos estão envolvidos em desvio de recursos públicos repassados pelo Ministério da Educação, através do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Em 2005, a prefeitura de Catingueira (PB) firmou o Convênio nº 811156/2005, para implantação de ações educativas complementares que promovessem a redução da exposição das crianças e adolescentes a situações de risco e vulnerabilidade, reduzindo os índices de repetência e evasão escolar na rede pública de ensino. Para tanto, firmou-se convênio no valor de R$ 35.628,64, sendo R$ 35.272,36 repassados pelo governo federal e o restante a título de contrapartida do município.

Além do prefeito José Edvan Félix, a ação é em contra o ex-secretário municipal de Finanças José Hamilton Remígio de Assis Marques; o advogado José de Arimatéia Rodrigues Lacerda; os ex-membros da Comissão Permanente de Licitação Marcones Gomes Alencar, Erasmo Félix de Sousa e Teóclito Gomes de Caldas; o comerciante José Florentino de Melo e a empresa Livraria Patoense Ltda.

Na ação, o MPF descreve com detalhes a conduta de cada envolvido. Para o MPF, o prefeito, José Edvan Félix, ordenador de despesas e responsável pela correta aplicação dos recursos repassados, fraudou procedimento licitatório, desviou recursos do Convênio nº 811156/2005 e utilizou documentos falsos nos processos de despesas. Além disso, deixou transcorrer o prazo legal e não apresentou a prestação de contas ao órgão concedente.

José Hamilton Marques (ex-secretário municipal de Finanças) e José de Arimatéia Lacerda (advogado - assessor técnico em licitações) são, para o MPF, os responsáveis pela fraude ao processo licitatório nº 005/2006, mediante a utilização de documentos falsos e/ou pertencentes à empresa ‘fantasma’. Ainda, o ex-secretário e o prefeito José Edvan Felix desviaram recursos do Convênio nº 811156/2005, utilizando documentos falsos para instruir processo de despesas e ocultar o desvio.

Além disso, os ex-membros da Comissão Permanente de Licitação Marcones Gomes Alencar, Erasmo Félix de Sousa e Teóclito Gomes de Caldas, concorreram para fraude ao convite nº 005/2006, ao assinar documentos falsos utilizados pelo assessor técnico da prefeitura de Catingueira para montar processos licitatórios. Já o comerciante José Florentino de Melo, representante legal Livraria Patoense, concorreu para a fraude licitatória ao fornecer documentos de habilitação da referida empresa para fraudar o procedimento licitatório e adjudicar o objeto à empresa MS Comércio e Serviços.

A ação, assinada pela procuradora da República Lívia Maria de Sousa, foi autuada em 16 de março de 2010, recebeu o número 0000856-68.2010.4.05.8202 e tramita na 8ª Vara Federal. O município paraibano de Catingueira está localizado a 346 km da capital.


Pedidos

Pede-se a condenação José Edvan Félix e de José Hamilton Remígio de Assis Marques, nas sanções do artigo 12, incisos I, II e III, da Lei 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa),, quais sejam o ressarcimento integral do dano (no caso R$ 35.628,64, valor atualizado até 24 de janeiro de 2006), a perda dos bens de valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de 8 a dez anos, e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de 10 anos.

Para Marcones Gomes Alencar, Erasmo Félix de Sousa, Teóclito Gomes de Caldas, José de Arimatéia Rodrigues Lacerda, José Florentino de Melo e Livraria Patoense Ltda, requer-se condenação nas sanções do artigo 12, inciso II, da Lei nº 8.429/1992, quais sejam o ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

Além disso, subsidiariamente pede-se a condenação dos promovidos nos termos do artigo 12, inciso III, da referida lei.


Outro caso

Em 10 de fevereiro deste ano, o MPF ajuizou a Ação de Improbidade Administrativa nº 0000422-79.2010.4.05.8202, contra o prefeito de Catingueira (PB) José Edvan Félix, outras seis pessoas e uma empresa privada. Mas, neste caso, houve desvio de recursos públicos repassados pelo Ministério da Educação, através do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

O acompanhamento dessas duas ações de improbidade pode ser realizado através da página da Justiça Federal, em http://www.jfpb.gov.br/consproc/resconsproc.asp, bastando, para tanto, colocar o número do processo ou nome da parte.

» Ação de Improbidade Administrativa nº 0000856-68.2010.4.05.8202



Assessoria de Comunicação


Prefeitura de Campina Grande espera 10 mil mulheres na Festa das Mães, nesta sexta, no Spazzio

A Prefeitura de Campina Grande espera o comparecimento de aproximadamente 10 mil mulheres na Festa das Mães 2010, que será realizada a partir das 14h desta sexta-feira (07), na Casa de Shows Spazzio, no bairro do Catolé. A promoção é de uma parceria entre a PMCG e o Governo do Estado.

A programação festiva para as mães campinenses tem caráter comunitário e inclui shows musicais com artistas da terra, distribuição de lanches e mensagens ecumênicas. A festa será aberta a todas as mães campinenses, sejam elas ou não ligadas a Clubes de Mães, SABs e lavanderias públicas da cidade.

Esta semana a voluntária social da Prefeitura de Campina Grande Nilda Gondim e a Secretária de Interiorização das Ações do Governo do Estado Ana Cláudia Nóbrega reuniram todos os coordenadores setoriais da festa, para ultimar os detalhes. Vários assuntos foram discutidos, a exemplo da distribuição do lanche, do sorteio dos brindes e do transporte das participantes.

Segundo Ana Cláudia, haverá transporte saindo dos Clubes de Mães e SABs da cidade, para levar as mulheres até o Spazzio. Depois, ao final da festa, os ônibus deixarão as mulheres em suas casas. “É uma forma de fazer com que todas as mulheres que queiram participar estejam presentes”, afirmou Ana Cláudia.

D. Nildinha Gondim disse que todos os detalhes estão sendo ultimados, para que a festa seja coroada de pleno êxito. “Nós vamos ter berçário, parquinho de diversões e outros equipamentos para que as mamães que queiram trazer seus filhos não deixem de participar. Será um momento de muita alegria e diversão”, salientou.


Assessoria

MPF denuncia ex-prefeito de Sousa (PB) por falsidade ideológica e uso de documento falso

Ex-secretário municipal de Administração também foi denunciado por praticar irregularidades

O Ministério Público Federal em Sousa (MPF) denunciou o ex-prefeito Salomão Benevides Gadelha por falsidade ideológica e uso de documento falso e o ex-secretário municipal de Administração de Sousa, Francisco de Assis Queiroga, também por uso de documento falso.

Em novembro de 2002, Salomão Benevides Gadelha, na qualidade de prefeito municipal de Sousa, agindo de forma livre e consciente, fez inserir em documentos públicos, especialmente no Ofício PMS/GPnº137/2002 e no Decreto nº 252/PMS/GP, declarações falsas para alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante, visando preencher, por parte do município de Sousa, os pressupostos necessários à obtenção do Certificado de Regularidade Previdenciária.

Na denúncia, destaca o MPF que o ex-secretário municipal de Administração, de forma consciente e em unidade de desígnios (planejamento prévio) com o ex-prefeito, fez uso da citada documentação, apresentando-a perante o Ministério da Previdência Social.

A emissão do referido documento se dá para atestar o cumprimento dos critérios e exigências estabelecidos na Lei nº 9.717/1998 (que dispõe sobre regras gerais para a organização e o funcionamento dos regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal), sendo o mesmo de apresentação obrigatória para a realização de operações econômicas ou financeiras com a União ou instituições financeiras federais, a exemplo de transferências voluntárias, celebração de acordos, convênios, empréstimos e financiamentos.

A denúncia oferecida pelo Ministério Público dará origem a uma ação penal, caso seja recebida pela Justiça Federal. Neste sentido, em 10 de março de 2010, a 8ª Vara Justiça Federal emitiu despacho para que os demandados apresentassem defesa preliminar, em observância ao artigo 2º, inciso I do Decreto-Lei nº 201/67 (que dispõe sobre a responsabilidade de prefeitos e vereadores).


Alteração na legislação municipal

No segundo semestre de 2002, os denunciados estiveram em Brasília (DF), com o objetivo de solicitar a emissão do Certificado de Regularidade Previdenciária em favor do município de Sousa (PB), tendo em vista que o citado município firmaria alguns contratos com órgãos vinculados à Administração Pública Federal. Mas, naquela ocasião, a então coordenadora de Fiscalização do Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS), Patrícia Helena Lopes de Anchieta, informou que não era possível a expedição do pretendido documento, porque a cidade de Sousa ainda não havia se adequado às determinações contidas na legislação.

Diante da negativa, o denunciado Salomão Gadelha questionou a referida agente pública acerca da existência de alguma possibilidade de tal impasse ser resolvido, oportunidade em que lhe foi dito que isso somente se daria mediante modificação da legislação municipal. Assim, o ex-prefeito editou uma Emenda à Lei Orgânica nº 001/2002, a qual teria obedecido, conforme disposto em seu texto, todos os requisitos previstos na legislação, como a aprovação pela Câmara Municipal de Sousa (PB).

Ocorre que a referida emenda introduziu profundas alterações na Lei Orgânica Municipal, notadamente a criação do regime próprio de previdência, de caráter contributivo, para os servidores ocupantes de cargos efetivos de sua estrutura organizacional. Além disso, ainda foi preparada declaração dando conta que tal emenda teria sido publicada no periódico Gazeta de Sousa, jornal oficial do município.

Expedição de decreto

Na denúncia, o MPF destaca também que para obter o restante da documentação necessária à emissão do Certificado de Regularidade Previdenciária, Salomão Gadelha expediu o Decreto nº 252/PMS/GP, datado de 11 de outubro de 2002, para regulamentar o Instituto de Previdência do Município de Sousa, além do Ofício nº PMS/GPnº137/2002, informando o coordenador da Secretaria do Ministério da Previdência Social sobre a elaboração do aludido regulamento.

Assim, na denúncia ressalta o MPF que “fica evidente a participação relevante do denunciado Salomão Benevides Gadelha no delito de uso de documento falso, haja vista o seu claro interesse na apresentação da citada documentação, além do fato deste ter sido responsável por proceder à adulteração de determinadas peças e destas terem sido entregues pelo secretário de Administração do Município de Sousa, que participou da trama desde o primeiro momento, quando da conversa com a servidora do MPAS”.

A denuncia do Ministério Público Federal está baseada em robustos elementos do caderno processual, que mostram a adulteração dos documentos públicos anteriormente citados. O acompanhamento deste caso pode ser realizado através da página da Justiça Federal, em http://www.jfpb.gov.br/consproc/resconsproc.asp, bastando, para tanto, colocar o número do processo.

* Processo n° 0001247-57.2009.4.05.8202 (antiga numeração 2009.82.02.001247-1)



Assessoria de Comunicação


MPF denuncia ex-prefeitos de Igaracy e Lastro por crime de responsabilidade

Houve conluio entre empresas e ex-gestor no procedimento licitatório em Igaracy e ausência de licitação em Lastro

O Ministério Público Federal em Sousa (MPF) denunciou ex-gestores dos municípios paraibanos de Igaracy e Lastro, por crime de responsabilidade. Em razão de fraudes no município de Igaracy foram denunciados o ex-prefeito de Francisco Hélio da Costa, o empresário José Aloysio da Costa Machado Neto e os engenheiros Gustavo de Almeida Nóbrega e José William Madruga. Já pela prática de irregularidades em Lastro (PB) foram demandados o ex-prefeito Erasmo Quintino de Abrantes Filho e o empresário Oséas da Costa Fernandes.

Na denúncia de Igaracy (PB), o MPF pede condenação Francisco Hélio da Costa, José Aloysio da Costa Machado Neto e José William Madruga, de acordo com o artigo 90 da Lei nº 8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos), combinado com o artigo 1º, inciso I do Decreto-Lei nº 201/1967 (que dispõe sobre a responsabilidade dos prefeitos e vereadores), na forma do artigo 29, caput, do Código Penal. Já Gustavo de Almeida Nóbrega deve ser condenado com base no artigo 90 da Lei nº 8.666/93.

Na denúncia de Lastro (PB), em razão da prática do crime de desvio em favor de Oséas da Costa Fernandes, pede-se a condenação do ex-prefeito Eramo Quintino de Abrantes Filho e Oséas da Costa Fernandes, com base nas penas do artigo 1º, inciso I do Decreto-Lei nº 201/1967, na forma do artigo 29, caput, do Código Penal. Além disso, pela prática do crime de desvio em favor do Posto São Francisco Ltda., está Eramos Quintino de Abrantes Filho incurso nas penas do artigo 1º, inciso I do Decreto-Lei nº 201/1967.

A denúncia é ato processual que dá origem à ação penal pública, cuja competência é privativa do Ministério Público, ambas foram ajuizadas em 23 de fevereiro de 2010, na 8ª Vara Federal (Sousa). O número referente ao município de Lastro é 0000485-07.2010.4.05.8202 e o de Igaracy é 0000486-89.2010.4.05.8202. A seguir, os detalhes dos casos.


Em Igaracy: convênio com a Funasa

O município de Igaracy, durante a gestão do ex-prefeito Francisco Hélio da Costa, firmou o Convênio nº 344/2001 com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), com objetivo de executar melhorias sanitárias domiciliares. Para realização do mencionado convênio foram transferidos R$ 130 mil, assumindo o município uma contrapartida de R$ 7.295,59.

Ocorre que, em abril de 2002, o ex-prefeito Francisco Hélio da Costa, juntamente com Gustavo de Almeida Nóbrega, José Aloysio da Costa Machado Neto e José William Madruga, fraudaram o caráter competitivo do Procedimento Licitatório nº 003/2002 com o intuito de obter, para a empresa Celta Construções e Empreendimentos Ltda (vencedora da licitação), vantagem econômica. Na denúncia, destaca o MPF que “Francisco Hélio da Costa, novamente se valendo do exercício das atribuições de prefeito municipal de Igaracy (PB) e em unidade de desígnios com José Aloysio da Costa Machado Neto e José William Madruga, desviou, em proveito destes últimos, parte das verbas federais recebidas”.

O Ministério Público Federal destaca ainda que no procedimento licitatório, apesar de terem participado três empresas, com objetivo de preencher o número mínimo exigido pela Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei 8.666/93), na verdade, houve conluio entre estas e o ex-prefeito. Ocorre que duas delas, ou seja, as empresas Celta Construções e Empreendimentos Ltda e a GM Engenharia Ltda têm como sócio o denunciado Gustavo de Almeida Nóbrega.

Para o MPF, tal circunstância evidencia a existência de ajuste entre os participantes da licitação e o ex-gestor, a fim de beneficiar a empresa vencedora da licitação. “Para fins de tentar burlar a fiscalização, revestindo com ares de licitude a fraude empreendida no momento do certame, figurou como representante legal da empresa Celta o demandado José Aloysio da Costa Machado Neto. Já pela empresa GM atuou o outro sócio, José William Madruga”, explica o MPF. O Ministério Público afirma ainda que sequer foi possível identificar quem atuou como representante legal da terceira empresa participante da licitação, isto é, a VVP Engenharia e Construção Ltda.

Além disso, o atual endereço das empresas GM e Celta é quase idêntico, situando-se no mesmo prédio, alterando apenas a sala. Ainda, as propostas para execução de obras, coincidentemente, apresentam conteúdo e formatação idênticos, somente havendo alteração quanto ao nome da proponente e do valor oferecido.

Na denúncia, destaca-se também que a obra objeto do convênio não foi integralmente executada. “Ou seja, a empresa Celta não se desincumbiu de seu dever de cumprir fielmente aquilo que constava no plano de trabalho e o gestor municipal liberou a integralidade da verba, sem que a obra estivesse definitivamente concluída e aceita pela administração municipal, consumando-se, dessarte, a locupletação indevida por parte de José Aloysio da Costa Machado Neto, representante da empresa Celta”.

Em Lastro: convênio com o Ministério da Integração

No ano 2000, o ex-prefeito de Lastro (PB) Erasmo Quintino de Abrantes Filho assinou o Convênio nº 602/2000, com o Ministério da Integração Nacional, para construir passagem molhada sobre o Riacho da Cachoeirinha. Para tanto, o governo federal transferiu R$ 76.841,40 e o município ficou com a contrapartida de R$ 4.044,28.

Em fevereiro de 2001, Erasmo Quintino de Abrantes Filho, na qualidade de prefeito e em unidade de desígnios com Oséas da Costa Fernandes, desviou, em proveito deste último, parte das verbas federais recebidas pelo município em razão da celebração do mencionado convênio. Posteriormente, o ex-prefeito, valendo-se do seu cargo, desviou, em proveito da empresa Posto São Francisco Ltda., parte das verbas destinadas à execução do objeto do convênio (mesmo sem possuir qualquer relação com o objeto do convênio).

Para a prestação da obra foi contratada a pessoa jurídica Oséas da Costa Fernandes e Cia. Ltda., cuja escolha se deu unicamente por determinação do ex-prefeito, portanto, desprovida da abertura do necessário procedimento licitatório. Também é destaque na denúncia que os documentos que fazem alusão à ocorrência de certame foram forjados com o único fim de conferir legalidade ao procedimento.

Além disso, a obra objeto do convênio não foi integralmente executada. “Oportuno ressaltar que tal execução parcial não chegou ao ponto de permitir o uso regular daquilo que foi disponibilizado para a população”, explica o MPF na denúncia, ressaltando que, ainda que tenham sido empreendidas algumas obras, estas, em razão da qualidade da construção ou da ausência de alguns materiais essenciais para seu uso regular, não se prestaram para satisfazer, sequer minimamente, a finalidade o convênio.

Portanto, o gestor público Erasmo Quintino de Abrantes Filho efetuou o pagamento integral de todo o objeto contratado sem que a obra em questão tivesse o seu início, ou, ainda que iniciada, estivesse definitivamente concluída, mediante a apresentação de boletins de medição, parcial ou integral, o que para o MPF deixa claro que a prévia e total liberação dos recursos se deu como forma de beneficiar indevidamente Oséas da Costa Fernandes.


Assessoria de Comunicação


Rômulo Gouveia gastou com pousada em Manaíra o equivalente a 282 diárias em 2009

O deputado Rômulo Gouveia (PSDB-PB) usou mais de R$ 20 mil da “verba indenizatória” para pagar diárias de hospedagens entre os meses de abril a outubro 2009. O curioso na prestação de contas do deputado tucano é que a maioria absoluta do pagamento faz referências a uma pousada no bairro de Manaíra ( Xama Pousada – localizada na Avenida Franca Filho, 55) em João Pessoa e um hotel em sua cidade, Campina Grande, onde o deputado possui apartamento próprio.

Apesar da probabilidade remota do deputado ter apresentado tais notas como falsas, será quase humanamente impossível a sua comprovação, já que a Pousada Xamã cobra por casal de hóspedes a quantia de R$ 80,00 (oitenta reais) com direito a café da manhã. Esse valor é referente ao período em que ocorreu a hospedagem e prestação de contas do deputado.

Somados os gastos de Gouveia com a “Xamã Pousada”, daria para pagar aproximadamente 282 diárias ininterruptas, quando comparamos a prestação de contas do deputado nos meses de abril, maio, junho, agosto, setembro e outubro. Para justificar o gasto com esta pousada, o deputado paraibano teria que permanecer 9 meses e 12 dias, sem o direito de assistir sequer uma única Sessão na Câmara dos Deputados.


O OUTRO LADO

Em entrevista gravada com Rômulo Gouveia, o deputado afirma que se hospeda semanalmente no Hotel Xênius, localizado na Avenida Cabo Branco. Durante a entrevista, o repórter tentou esclarecer ao parlamentar que em sua prestação de contas, a empresa onde ele supostamente teria se hospedado, trata-se da XAMA TOUR POUSADA, localizada na Avenida Franca Filho, 55, Manaíra, inscrita na Receita Federal com o CNPJ 24.099.772/0002-71 conforme o deputado prestou contas e de acordo as informações disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Na prestação de contas do deputado, em nehum momento aparace o Xênius Apart Hotel que fica na Avenida Cabo Branco.

Sobre gastos com hospedagens no Marc Center Hotel na cidade de Campina Grande, local em que o parlamentar possui residência fixa, Rômulo afirmou que foram gastos com seus assessores de Brasília e que legalmente pode ser reembolsado pela verba indenizatória.


VERBAS INDENIZATÓRIAS

O caso das verbas indenizatórias ganhou destaque com a informação de que o deputado Edmar Moreira (PR-MG), famoso pelo escândalo do castelo, que utilizou verba indenizatória para pagar serviços de sua própria empresa de segurança, que mais tarde se tornaria doadora de sua campanha eleitoral. Investigado pela Câmara, ele acabou absolvido.

A verba indenizatória serve para que o parlamentar use dinheiro próprio para bancar despesas relacionadas à atividade legislativa. Mais tarde, ele é reembolsado em eventuais gastos com aluguel, transporte, combustíveis, consultorias, divulgação da atividade parlamentar, material de escritório, serviços de escritório (como acesso à internet ou assinatura de periódicos ou de TV por assinatura) e serviços de segurança.

No caso da Câmara dos Deputados, o teto para o ressarcimento é de R$ 15 mil mensais, mas o parlamentar pode superar o limite em um mês ou mais, contanto que não ultrapasse R$ 90 mil no semestre.

Como há oito tipos de despesas passíveis de ressarcimento e como essas despesas não guardam relação entre si, provoca no mínimo curiosidade que a soma de várias notas fiscais resulte exatamente no teto permitido por semestre.


Clilson Júnior
ClickPB